Depois da minha temporada ausente deste blog (depois escrevo o porquê), recebo uma ótima notícia: Ubisoft anunciou a produção da continuação de Beyond Good and Evil! Ver essa primeira screenshot com o Pey’j é emocionante demais!
Quem não jogou o primeiro jogo está perdendo um os melhores games da década! A direção do jogo é do Michel Ancel, o cara que criou o Rayman (e os Raving Rabbids…) e o game do King Kong. Apesar de ter sido muito bem falado pela crítica, o primeiro BGE não vendeu muito bem, e acabou pegando aquele estigma de game “cult”… Pra quem gosta de game design, é um jogo obrigatório, porque combina um história absurda de boa, um gameplay bem resolvido (apesar de puxar um pouco pra mecânica “Zelda” - fecha dungeon, ganha item - é muito bom), personagens carismáticos e uma trilha sonora animal…
A imersão do jogo é única: O meta-game de sair tirando foto das espécies de animais espalhadas pelo planeta é belíssimo, foi a primeira vez que eu vi as câmeras fotográficas em games funcionando em sintonia com o jogo! Parece que tudo foi criado pra te envolver no mundo de Hillys.
Hoje em dia o BGE para PC tá baratinho que só, dá pra achar por R$20 em livrarias e sites de compras por aí! Vale a pena!
Ainda na onda de mostrar soluções interessantes para o design de jogos (e com updates muito raros, eu sei!), saiu um comercial de TV do Echochrome, jogo para PSP onde você precisa movimentar a câmera para criar estruturas impossíveis (que lembram os desenhos de M.C. Escher) e movimentar seu personagem e chegar ao fim do “labirinto”. Até o momento não dá pra saber se o jogo é realmente bom, mas não dá pra negar que a idéia é interessante. Além disso, a cabeleira de nosso tiozão-herói do comercial já vale pelo jogo todo (mais uma vez, ponto para os japoneses que apostam em idéias bizarras!).
Vamos aos vídeos (são pequenos pois são comerciais de 15 segundos para TV):
Parece que os experimentos do americano Johnny Chung Lee (já postados no blog AQUI) renderam frutos: Boom Blox, o jogo feito pela EA com uma parceria com o Steven Spielberg, incluirá um sistema de tracking de visão (ou seja, você poderá movimentar a câmera movendo sua cabeça, provavelmente da forma Chung Lee nos apresenta em seus vídeos). Apesar da notícia ser apenas um comentário do produtor executivo, Lou Castle, o próprio Chung Lee já expressou sua aprovação em seu blog, o Proscratineering.
Pra falar a verdade, não estou muito interessado em Boom Blox. Por se tratar de uma participação do Spielberg eu estava imaginando que o jogo seria algo mais parecido com The Dig, aquele jogaço da LucasArts. O design do Boom Blox me pareceu um pouco simplista e infantil demais, além de ser caótico (mas confesso que são apenas impressões do primeiro trailer que saiu). De qualquer forma, a adição de uma novidade dessas já deve valer uma conferida!
Para saber mais sobre o jogo, acesse o SITE OFICIAL.
PS: Mil desculpas pela péssima piada do Post anterior…
A mais nova descoberta da biologia agita a comunidade científica. Uma novidade que promete abalar os alicerces dogmáticos de todas as religiões e crenças. Reencarnação, imortalidade, além-vida: Tudo isto ainda faz sentido?
Os filósofos decidiram não se pronunciar sobre a espetacular descoberta, mas já se comenta que este é o início de uma nova era para toda a humanidade. E tudo isso por apenas US$9.99 mais despesas de envio!
Eu já tinha ouvido falar que uma versão do Street Fighter iria sair para o PC, e que seria um jogo online e “free 2 play”… Mas não tinha entendido que o jogo usaria o mouse! Ontem saíram alguns vídeos, apresentando os gráficos e como o jogo vai funcionar… Não sei se gostei do resultado, mas vamos ver no que isso dá…
Zelando pela tradição da série, mais uma vez a Capcom decide criar o maior nome possível para um jogo do Street Fighter. O logotipo também parece um pouco deslocado, o que deu na cabeça do designer pra colocar aqueles dois pictogramas duelando, logo embaixo do “S”?…
Mas vamos ao vídeo divulgado… Assitam aí e depois a gente comenta!
Bom… Os gráficos parecem interessantes, um 3d muito melhor que o Street Fighter EX, não tão detalhado ou estilizado quanto o novo SFIV, mas muito bons, sobretudo para um jogo free 2 play. A jogabilidade parece interessante, mas a decisão de usar o mouse é realmente perigosa, já que a série sempre seguiu um caminho pouco flexível no que diz respeito à jogabilidade. Uma inovação deste tamanho pode assustar os fãs, ou desencorajar gamers nem-tão-fãs-assim, mas que conhecem a série (afinal, quem não conhece Street Fighter?).
O vídeo é bem problemático… Nos primeiros 15 segundos vemos o jogador, que controla o Ryu, tomando uma sova da Chun-Li. São 32-hits muito bem dados no estilo de luta “encosta no canto e chuta”, famoso e utilizado por apelões em geral. É até constrangedor ver a mão de nosso incapaz jogador: ele tenta dar uns cliques, revidar… Mas não tem jeito, a solução é esperar o sofrimento acabar.
É só nos 20 segundos de vídeo que podemos ver melhor como funciona a movimentação do jogo. O jogador tem uma linha-guia, que mostra a posição do seu mouse em relação ao lutador. Pelo que dá para perceber, dependendo da distância do mouse o lutador se move mais rápido ou mais devagar. Os botões servem para atacar, sendo um para o soco e outro para o chute. Não deu pra perceber se existe variações do soco (forte, fraco, etc), mas é provável que essa característica da série continue no jogo. Quanto aos golpes especiais… Não tenho idéia! Provavelmente algo ligado a segurar o botão e realizar o movimento, mas não dá pra decifrar muito bem pelo vídeo.
O jogo parece ser interessante, apesar de manter os personagens da série Street Fighter. Talvez fosse mais interessante a capcomcriar um jogo novo, novos personagens e movimentos adequados a idéia de se utilizar o mouse. Não sei, acho a idéia de ter um Ryu controlado pelo mouse estranha demais! Conservadorismos a parte, é uma aposta diferente da Capcom (até por isso que resolvi postar sobre o SFOMG aqui no blog), e se essa música do vídeo não fizer parte do jogo, deve valer uma olhada.
Shift é um desses jogos em flash que fazem você quebrar a cabeça e perder uma quantidade de tempo considerável, mas que consegue trazer idéias originais e muito bem empregadas. Segue mais ou menos a linha de Crush, da Sega ou o Portal, da Valve. Não vou falar muito sobre o jogo nem vou postar nenhuma foto senão perde a graça, mas já vou avisando que aqueles gráficos em preto e branco são extremamente adeqüados à sua mecânica!
…e prometo que o próximo post vai falar sobre um jogo de tabuleiro (prometi e não cumpri…)
Depois de um tempinho sem postar nada (sob a desculpa de estar com alguns trabalhos atrasados…), resolvi escrever um tópico sobre um jogo muito diferente que já existe há algum tempo pela net, mas que só conheci há um ano. E o nome do jogo é TORIBASH.
Em Toribash, você duela com o seu oponente de uma forma muito original, trazendo novos conceitos para um jogo de luta. Ao invés de designar um botão (ou combinações) para cada tipo de golpe, como estamos acostumados em jogos como Street Fighter ou Tekken, Toribash funciona como um simulador de Ragdoll, onde você precisa controlar os pontos do corpo de seu personagem para que ele consiga realizar as ações. Acredite, no começo a coisa é complicada, mas com um pouco de prática fica fácil vencer os combates. Veja o vídeo para saber do que o jogo é capaz (já vou avisando que o negócio é um pouco violento…).
A idéia é muito original! Funcionando em turnos simultâneos (ou seja, há um timer em que se pode fazer as modificações, e depois as ações acontecem ao mesmo tempo), os jogadores precisam selecionar as articulações de seu personagem, contraindo ou extendendo músculos para movê-lo. Como os turnos duram décimos de segundo, uma batalha não demora mais que alguns segundos, e o jogador tem o controle total de seus movimentos, podendo realizar giros, chutes, socos ou qualquer outro tipo de ataque. A grosso modo, lutar em Toribash não é muito diferente de fazer uma animação em stop-motion, onde você precisa modificar as articulações de um boneco a cada quadro do vídeo.
…E a grande graça de Toribash é fazer vídeos! Como o jogo utiliza física real e ragdolls, as partidas de Toribash são sempre diferentes, e a opção de salvar replays garante que você mantenha suas melhores atuações salvas. Assim, a comunidade jogadora de Toribash está sempre divulgando e trocando replays, cada um mais violento (ou bizarro) que o outro.
Toribash possue também multiplayer, mas as funções são muito limitadas (não existe a possibilidade de criar salas individuais, e os jogadores na sala entram numa fila para jogar. Considerando que o jogo é free - apenas itens extras, como cabeças personalizadas ou sangue de cor diferente são pagas -, as limitações do multiplayer são pequenas e não estragam a experiência final do jogo.
O vídeo abaixo mostra um tutorial do jogo (em sua versão antiga, um pouco mais feia):
Entre no site do jogo, Toribash.com e dê uma conferida! O jogo é grátis, e para jogar online basta se cadastrar no fórum oficial. Estou aceitando replays interessantes, quem sabe não dá para colocar alguns aqui no blog?
Em 87, eu tinha quatro anos. Logo, nem tudo o que vocês vão ler nesta análise faz parte das minhas experiências com o PC. Precisei dar uma pesquisada para escrever sobre as origens deste jogo que apresentarei hoje… Pessoas mais velhas sintam-se livres para comentar e avisar sobre erros nas informações!
Bom, o que dizer sobre os PCs de 1987? O Windows ainda engatinhava, o DOS ainda resolvia a vida de muita gente, os gráficos de 16 cores (EGA) ainda eram uma sensação e os problemas com memória EMS e os maravilhosos discos de boot estragavam com a diversão de todo mundo.
Nesta época, já existiam pessoas que faziam miséria com os recursos que o PC podia oferecer. É de 87 o “Pirates!” de Sid Meyer, o meio desconhecido (mas muito bom) “The Sentinel” e também “Manic Mansion”, da LucasArts. E foi neste mesmo ano que um grupo de programadores criou um jogo open-source e de gráficos simples que influenciaria uma penca de outros jogos, e geraria dezenas de outros jogos similares, adaptações e versões incrementadas. E não é só isso: Nethack é um jogo que existe há quase 20 anos e que ainda segue sendo atualizado e melhorado a cada lançamento – um verdadeiro recorde!
Clique no link para saber mais, e também para acessar o links com os arquivos de impressão!(Ler mais…)
Já está em produção o primeiro jogo do Gammabeam em Flash… Como o projeto anterior era bem mais complicado e estava passando por dificuldades programísticas, resolvi deixar ele engavetado por enquanto e bolar algo mais simples… Então aguardem que logo logo o jogo vai aparecer por aí pra todo mundo testar